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Rendimento domiciliar per capita dos baianos cresceu 8,5% em 2019, diz IBGE

Rendimento domiciliar per capita dos baianos cresceu 8,5% em 2019, diz IBGE
Foto: Divulgação/Carol Garcia/GOV-BA

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgados nesta sexta-feira (28) pelo IBGE, indicam que o valor do rendimento domiciliar per capita médio dos baianos em 2019 foi de R$ 912,81, o que representa um crescimento de 8,5% em relação a 2018, quendo se observava a média de R$ 841 em termos nominais.

 

De acordo com Walter Pinheiro, o crescimento fez a Bahia subir três posições no ranking nacional. "Precisamos manter este ritmo, ressaltando, ainda, que a Bahia liderou a geração de empregos com carteira assinada no Nordeste em 2019, com saldo positivo de 30.858 novos postos de trabalho”, destacou o chefe da Secretaria de Planejamento do Estado da Bahia (Seplan-BA).

 

De acordo com o levantamento, os estados do Maranhão (R$ 635,59) e Alagoas (R$ 730,86) se mantiveram com os menores rendimentos domiciliares per capita do país, seguidos pelo Pará (R$ 806,76). A Bahia ficou ainda à frente de Piauí (R$826,81), Amazonas (R$842,08), Amapá (R$879,67) e Acre (R$889,95).

 

Os rendimentos domiciliares são obtidos pela soma dos rendimentos do trabalho e de outras fontes recebidos por cada morador no mês de referência da pesquisa. O rendimento domiciliar per capita é a divisão dos rendimentos domiciliares pelo total dos moradores. Esses rendimentos são calculados para cada unidade da Federação e para o Brasil, considerando sempre os valores expandidos pelo peso anual da pesquisa.