Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Secretária estadual pede conscientização sobre assédio: 'É preciso pegar a visão'

Por Jamile Amine / Lula Bonfim

Secretária estadual pede conscientização sobre assédio: 'É preciso pegar a visão'
Foto: Jailton Suzart/Ag Haack / Bahia Notícias

Em conversa com o Bahia Notícias no circuito Batatinha, Pelourinho, a secretária estadual de Políticas para as Mulheres, Julieta Palmeira, elogiou o tema do Olodum para o carnaval 2020 e apelou para a conscientização dos homens em relação ao ao assédio e à importunação sexual.

 

“O Olodum tomou uma atitude muito pioneira. É pioneiro nessas questões relacionadas à história da população negra e agora com o tema ‘Mãe, Mulher, Maria Olodum’. Queria saudar essa iniciativa, em nome de João Jorge [presidente do bloco], mas também de todas as mulheres que compõem o Olodum”, disse a secretária.

 

Segundo Julieta, os homens sabem quando não estão fazendo uma paquera saudável. “Não é que a gente não queira que as mulheres paquerem muito, beijem muito, que os homens também. Nada a ver. Você sabe quando não está fazendo uma paquera saudável e sim um assédio ou uma importunação sexual”, afirmou.

 

“É bom a gente levar em conta isso, que é preciso pegar a visão e respeitar as minas neste carnaval, porque alegria não tem a ver com violência”, completou a secretária do estado.

 

Julieta Palmeira ainda se solidarizou com a jornalista da Folha de S. Paulo, Patrícia Campos Mello, que sofreu ataques públicos na semana passada (veja aqui). “Ela estava cumprindo seu dever enquanto profissional de comunicação e foi submetida a uma violência, primeiro na CPI das Fake News e depois pelo próprio presidente da República. Não podemos naturalizar a violência contra as mulheres mais neste país”, pediu.