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Líder de ACM Neto minimiza embate com Geraldo Jr. e põe em dúvida se Almeida é base

Por Rodrigo Daniel Silva

Líder de ACM Neto minimiza embate com Geraldo Jr. e põe em dúvida se Almeida é base
Foto: Reprodução / Facebook

Líder do governo na Câmara de Salvador, Paulo Magalhães Júnior (PV) minimizou, nesta quinta-feira (5), o embate que teve nesta terça (4) com o presidente da Casa, Geraldo Júnior (SD), e pôs em dúvida se o vereador Ricardo Almeida (PSC) integra a base governista.

O confronto com Geraldo Júnior ocorreu por causa de vetos do prefeito a projetos de legisladores. A previsão era que os vetos fossem votados nesta terça, mas o presidente da Câmara adiou para a próxima quarta-feira (11), provocando irritação de Paulo Magalhães Júnior.

O líder de ACM Neto reagiu e disse que Geraldo Júnior agia como "monarca e imperador" ao tomar decisões sem consultar os outros vereadores. "Ele decidiu, unilateralmente, que não seria votado. Mas só há uma divergência pontual, é normal. É a Casa do contraditório. Vi com naturalidade. O presidente decidiu de uma forma e eu discordei. A decisão de votar foi do Colégio de Líderes. Ele mudou e não me comunicou nada, por isso coloquei daquela forma a minha discordância", pontuou. 

Como não houve votação, Paulo Magalhães pediu que os vereadores saíssem do plenário. No entanto, Ricardo Almeida, que está descontente com os vetos, decidiu ficar. "O único que ficou foi o Ricardo almeida que, a meu ver, desobedeceu. Precisa de uma conversa para saber se ainda é da base", pontuou. 

Sobre a ameaça do vereador Edvaldo Brito (PSD) de judicializar os vetos, Paulo Magalhães respondeu: "acho ótimo". "O que tem judicializar? Ele quer mudar o veto do prefeito sozinho?", questionou.