Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

'Novo Enem' precisa abarcar discussão sobre exclusão digital, avalia Adélia Pinheiro

Por Matheus Caldas

'Novo Enem' precisa abarcar discussão sobre exclusão digital, avalia Adélia Pinheiro
Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias

Uma versão digital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será implantada em 2020, conforme anúncio feito no início deste mês pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), através do seu presidente, Alexandre Lopes. Mas a secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia (Secti), Adélia Pinheiro considera que ainda é preciso uma discussão sobre a nova modalidade, sobretudo por conta da exclusão digital em que alguns brasileiros ainda vivem.

”A aplicação do Enem digital precisa ser feita porque ainda discutimos no Brasil a inclusão digital. Para discutir de forma responsável o Enem, que é um exame sólido e com resultados muito bem conhecidos, para ter outra forma de realização, precisamos enfrentar a questão da exclusão digital. Precisaremos discutir mesmo isso. Como ainda temos no Brasil excluídos digitalmente podendo participar disso?”, questiona, em entrevista ao Bahia Notícias.

A titular da Secti também destacou a metodologia aplicada no Enem. “O Enem, enquanto estratégia nacional de avaliação do aluno e do ensino médio, trouxe a possibilidade da inclusão, do enorme conjunto de estudantes e escolas. Isso foi um ponto muito favorável.  A existência permitiu a possibilidade do Sisu, que está disponível para ser utilizado nas várias partes do Brasil. Toda a metodologia que embasa o Enem dá segurança”, pontuou.

A proposta do Inep é que a modalidade digital abarque 100% do exame até 2026. Para o próximo ano, o projeto-piloto prevê que 50 mil inscritos de 15 cidades, incluindo Salvador, façam a prova na nova plataforma.