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Fieb lamenta paralisação das obras do Cimatec Industrial: 'Prejuízos incalculáveis'

Fieb lamenta paralisação das obras do Cimatec Industrial: 'Prejuízos incalculáveis'
Foto: Divulgação

A paralisação das obras da primeira etapa de implantação do Cimatec Industrial, em Camaçari, na última quinta-feira (4) causou prejuízos incalculáveis, avalia a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb). A decisão foi da desembargadora Sandra Inês Moraes Rusciolelli Azevedo, da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA).

Segundo o empreendimento, as obras estavam 95% concluídas, e causam “reflexos em projetos nacionais que aguardam a apenas a conclusão dos trabalhos para serem iniciados, sem falar no impacto sobre o desenvolvimento e a agenda de inovação do estado”.

“O atraso para a conclusão da obra, assim como a paralisação determinada pela desembargadora, comprometem diversas ações, parcerias e projetos que iriam beneficiar toda a sociedade e a cadeia produtiva do nosso país. O prejuízo é incalculável”, afirma o diretor-geral do Senai-BA, Rodrigo Vasconcelos, que pede “sensibilidade” à desembargadora no julgamento do caso.

A juíza atendeu a um pedido da Construtora NM, que entrou com o Agravo de Instrumento, após solicitação de paralisação das obras ter sido negado pelo Juízo de primeiro grau. A Justiça de 1ª instância entendeu que a paralisação comprometeria a concretização do Cimatec Industrial.

Segundo a Fieb, a construtora teve seu contrato rescindido há cerca de 90 dias em razão “de diversos descumprimentos contratuais, apurados em devido processo administrativo, e mais de seis meses de atraso na entrega do empreendimento”. A decisão de primeiro grau foi expedida há mais de 60 dias.