Galo defende 'Lula livre' e critica 'operação simbólica' contra Wagner proposta por Deltan
Por Rodrigo Daniel Silva / Fernando Duarte
Líder do PT na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o deputado Marcelino Galo veste uma camisa com a frase “Lula livre” no desfile cívico da Independência da Bahia neste Dois de Julho. De acordo com Galo, a data é importante, pois o próprio hino da celebração resume o momento histórico vivido pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“O lema do Dois de Julho, ‘com tiranos não combinam corações’, é a luta pela liberdade que se concretizou aqui. Estamos vivendo um momento de lutar contra a tirania, contra o estado de exceção e a liberdade Lula é a síntese disso”, defendeu Galo.
O parlamentar ainda criticou duramente a suposta troca de mensagens entre o procurador Deltan Dallagnol e integrantes da Força-Tarefa da Operação Lava Jato sobre uma “operação simbólica” contra o senador Jaques Wagner, após a eleição de outubro de 2018.
“Isso é um crime. É um procurador que tem a obrigação constitucional de zelar pela Constituição cometendo um crime. Ele ali discriminando politicamente para perseguir, para tirar da eleição e eleger aquele que depois se tornou ministro”, atacou o deputado estadual, evitando falar o nome do ex-juiz Sérgio Moro, que se tornou ministro da Justiça e Segurança Pública depois da eleição de Jair Bolsonaro.
