VICES NÃO COMPROMETEM
Por (Daniel Pinto)
Antes do início do processo eleitoral, foi realizada uma verdadeira caça aos vices na capital baiana. Naquela época, nove pré-candidaturas estavam postas e não havia ninguém de peso disposto a ser coadjuvante (ver nota). Agora, com as chapas formadas, tem vice apagado e tem vice reclamando mais espaço. Primeiro, foi o vice de Imbassahy, Miguel Kertzman (PPS), que surgiu no meio de uma confusão envolvendo o E.C. Bahia e o banco Oportunity. Apesar das incógnitas, a acusação não colou. Depois - com a prisão do ex-prefeito de São Paulo, Celso Pitta (ver nota) - tentaram envolver o professor Edvaldo Brito (PTB), vice de João Henrique. Passou longe. Em seguida, setores ligados ao PSB questionaram a condução da campanha de Pinheiro, em que, segundo os socialistas, Lídice da Mata foi deixada de lado. O mais estranho que aconteceu com o bispo Márcio Marinho (PR), da coligação “A Voz do Povo”, foi a redução em 100% dos seus bens (ver nota). Por enquanto, ninguém compromete, mas alguns não ajudam.