DE CASO DE AMOR A...
No comentário de hoje de Samuel Celestino, publicado no jornal “A Tarde” , ele narra da seguinte forma: "Vamos deixar claro o que claro sempre esteve: o poder e o sexo andam juntos desde que o mundo existe. É um processo de atração múltilpa, irresistível, ou porque o poder é doce, ou porque é farto em bondades. O sexo, às vezes, não é bondoso, é cobrado, mas o sexo... Bem, vocês entendem. Nos colegiados legislativos, as moças passeiam, não que tenham curiosidade e interesse pela política, mas, sim, digamos “se encantam” pelos políticos. Quando não estão nos colegiados, povoam os restaurantes brasilienses, numa festa que vara a noite e, naturalmente, se transfere de lugar em razão do conforto e das conseqüências óbvias. Nada do que estou a dizer é novidade. Brasília é cheia de Jeanes Mary Córner, de meninas infiltradas e outras articuladas em organizações profissionais. Tenho um amigo que, certa vez, me disse, a título de alegrar a conversa num restaurante: 'já disse à minha mulher: todas as que eu tive, paguei-as'. Esse é o problema de Renan Calheiros. Agora, entro, no que, de fato, me interessa e a vocês que gostam de política. Renan, alagoano bom de garfo, banqueteou-se pensando que seria de graça. E foi, assim se presume, no início. Surgiram as consequências indigestas e não-programas (por ele) e começou então a sua via crucis (...) - (leia, na íntegra, as consequuências políticas e erros de Renan na crônica-artigo publicada em "A Tarde")