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'Nem sempre o PSL corresponde a Bolsonaro', diz presidente do PCdoB na Bahia

Por Lucas Arraz / Ailma Teixeira

'Nem sempre o PSL corresponde a Bolsonaro', diz presidente do PCdoB na Bahia
Foto: Divulgação

Presidente do Partido Comunista do Brasil na Bahia, o suplente de senador Davidson Magalhães não vê contradições na aproximação de seu partido com membros da sigla de Jair Bolsonaro (PSL). Na semana passada, o prefeito de Juazeiro, Paulo Bonfim (PCdoB), se reuniu com Toninho Olívio, que preside o PSL no estado.

 

"Existe uma heterogeneidade política no Brasil. Por exemplo, nem sempre o PSL nos municípios corresponde ao pensamento de Bolsonaro, Toninho, por muito tempo, foi da base de apoio ao governo [do PT na Bahia]", defendeu o também titular Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte em entrevista ao Bahia Notícias.

 

Para o deputado, por mais que o presidente da República mantenha um discurso de aversão ao comunismo (veja aqui), esse encontro entre membros das siglas não será um problema para eleitores do PCdoB. Na avaliação dele, não tem correlação nem há “nenhum tipo de alinhamento”, já que Toninho “não tem uma identidade muito de militância política com a extrema direita”.

 

Além de Toninho e de Bonfim, a reunião contou com a presença do ex-prefeito da cidade Isaac Carvalho (PCdoB) e do vereador Gleidson Medrado (PSD).