CANDIDATOS FICAM MAIS RICOS, MOSTRA ESTUDO
Hoje, em sua coluna no jornal “A Tarde”, Samuel Celestino usa um levantamento da ONG Transparência Brasil para analisar a evolução patrimonial de alguns personagens que disputam a eleição majoritária na capital. “ACM Neto dobrou sua fortuna, exatamente em 100,1%, pulando da declaração, em 2006, de R$ 820.599 para R$ 1.641.885. Também mais do que curioso aconteceu com seu vice, o bispo Márcio Marinho, que há dois anos registrou como candidato módico patrimônio de R$ 32.735, agora, passou a dever o exato valor da declaração anterior, perdendo 100% do seu patrimônio, o que é no mínimo muito estranho. O nome de Antônio Imbassahy que foi candidato em 2006 ao Senado, não aparece na lista, nem o de João Henrique que não foi candidato. Devido a um equívoco do seu patrimônio em 2006, o deputado Walter Pinheiro aparece entre os que tiveram maior crescimento no valor dos bens. O TSE admitiu o erro e emitiu certificado para o petista, cuja avaliação patrimonial foi, na verdade, de 9,6%”.