Leo Prates responde acusação e diz que Wagner cometeu 'casuísmo' para beneficiar partidos
Por Guilherme Ferreira
O presidente da Câmara de Salvador, Leo Prates, respondeu o senador eleito Jaques Wagner (PT) e negou que a Casa tenha cometido casuísmo ao aprovar uma lei que flexibiliza a licença de vereadores (veja mais). Segundo ele, foi o petista quem cometeu a prática enquanto era governador do estado ao realizar reformas administrativas com o objetivo de acomodar e beneficiar partidos de sua base aliada.
“Não compreendo a fala de Jaques Wagner quando ele fala em casuísmo. O governador mandou diversos projetos de lei para acomodar partidos políticos”, lembrou Prates em entrevista ao Bahia Notícias nesta sexta-feira (26). O prefeito ACM Neto se manifestou por meio do Twitter e afirmou que “Wagner deveria se preocupar mais com sua vida e com a contundente derrota que o PT vai sofrer no próximo domingo do que perder tempo falando o que não deve”.
Ao Bahia Notícias, Prates voltou a defender a mudança na Lei Orgânica do Município (LOM) realizada pela Câmara e disse que ela apenas tornou mais clara a licença dos vereadores. "Quem é beneficiado com essa alteração da licença? Quem ganhou com a alteração da Lei Orgânica pra ser caracterizado como casuísmo", comentou o presidente da Casa, ao comparar a medida aprovada pelos vereadores com as reformas feitas por Wagner. Ele lembrou ainda que os vereadores do PT também votaram a favor da proposta esta semana.
