DEM não escolhe nem Haddad nem Bolsonaro e libera líderes e militantes
Foto: Valter Pontes/ Secom Salvador

O DEM decidiu não apoiar nenhum candidato a presidente da República e liberou os seus líderes e militantes para seguir suas convicções e apresentarem suas manifestações de votos para o segundo turno da eleição presidencial. 

Em uma carta assinada pelo presidente do partido, ACM Neto, diz que “não cabem invasão e destruição de propriedades, e muito menos mensalão ou petrolão”.

“É o momento de substituir a prática do ‘toma lá dá cá’ da velha política pelos verdadeiros interesses públicos. Governar com os mais qualificados e ter responsabilidade fiscal. Encontrar uma solução para os mais de 13 milhões de brasileiros que estão desempregados. É hora de enfrentar, com coragem e determinação, o desafio de erguer o nosso país”, diz um trecho.


Confira abaixo a carta na íntegra:

O resultado das eleições de 2018 é motivo de comemoração para o Democratas. Elegemos 29 deputados federais, quatro senadores e dois governadores já no primeiro turno. O nosso partido alcançou um expressivo crescimento, consequência de uma história de coerência e compromisso com nossos princípios e ideais. Todo o esforço que vem sendo feito desde a última convenção de refundação do partido nos trouxe frutos significativos. Efeitos, esses, que nos enchem de confiança para continuarmos crescendo com consistência e sintonizados com as demandas da sociedade.

A eleição deste ano demonstrou que os brasileiros desejam e exigem profundas mudanças na política do nosso país. Este foi o principal recado das ruas e das urnas. E o Democratas compreendeu a mensagem.

Conectado com a vontade de mudança do povo brasileiro, nosso partido assume o compromisso de contribuir com a construção do Novo Brasil, um país completamente diferente daquele que nos foi legado pelo PT nos últimos anos. O nosso propósito é trabalhar por um novo ambiente, onde a nação seja pacificada e os valores nacionais prevaleçam sobre interesses não republicanos que conduziram o Brasil à pior crise econômica, política, social e moral de sua história.

Neste novo tempo que se anuncia, não cabem invasão e destruição de propriedades, e muito menos mensalão ou petrolão. É o momento de substituir a prática do “toma lá dá cá” da velha política pelos verdadeiros interesses públicos. Governar com os mais qualificados e ter responsabilidade fiscal. Encontrar uma solução para os mais de 13 milhões de brasileiros que estão desempregados. É hora de enfrentar, com coragem e determinação, o desafio de soerguer o nosso país.

Ficam, assim, os nossos líderes e militantes de todo Brasil liberados para, seguindo as suas convicções, apresentarem a sua manifestação de voto neste segundo turno.

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