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'Elite brasileira abandonou a social-democracia pelo fascismo', diz Haddad

'Elite brasileira abandonou a social-democracia pelo fascismo', diz Haddad
Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula

Fernando Haddad (PT) acusou o que chamou de “elite brasileira” de abandonar a social-democracia pelo fascismo, ao comentar o aumento da rejeição a seu nome revelado nesta segunda-feira (1°) por uma nova pesquisa Ibope. 

 

Em agenda no Rio de Janeiro nesta terça (2), o candidato do PT à Presidência da República nas eleições 2018 ainda acusou os adversários tucanos de incitarem o fascismo no país com ataques feitos nas propagandas de rádio e TV. 

 

"Temos sofrido muitos ataques do PSDB, mas isso não está favorecendo o PSDB, e sim o fascismo. Quando você alimenta o ódio, alimenta o fascismo. Aconteceu na Alemanha, na Itália", afirmou, em agenda da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, sem citar explicitamente o oponente Jair Bolsonaro (PSL). "Parte expressiva da elite brasileira abandonou a social-democracia pelo fascismo, completou o candidato, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo.

 

Haddad falou rapidamente à imprensa ao chegar à Fiocruz. Não comentou outros dados do levantamento, como o crescimento do candidato do PSL. Nem o fato de suas intenções de voto não terem subido, como mostrava tendência anterior.

 

O ex-prefeito de São Paulo ainda defendeu em sua fala que os recursos para a saúde alcancem 6% do PIB, e disse que se for eleito a primeira emenda constitucional será a da reforma tributária e do cancelamento da PEC do teto de gastos, "num movimento só". "Não existe um senador ou deputado que não esteja arrependido de ter aprovado essa bobagem", afirmou.


A um repórter argentino, declarou ser amigo do presidente Mauricio Macri e que, "independentemente de divergências ideológicas", os países devem se unir.