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Propostas pouco específicas, críticas e provocações prevalecem em segundo debate

Por Jade Coelho

Propostas pouco específicas, críticas e provocações prevalecem em segundo debate
Foto: André Carvalho / Ag. Haack / Bahia Notícias

O segundo debate entre os candidatos ao governo da Bahia contou com apresentação de propostas pouco específicas para as questões levantadas pelos eleitores, responsáveis pela condução das discussões em dois dos cinco blocos.

 

O terceiro bloco teve, em sua maioria, críticas e provocações à gestão do governador Rui Costa (PT). João Santana (MDB), antes mesmo do início do debate, já havia deixado claro que Rui seria um alvo, e utilizou as oportunidades que teve para atacar o governador. Assim como Zé Ronaldo (DEM), que citou e criticou a atuação do governo do estado em todas as suas respostas e comentários durante o debate.

 

Rui Costa, por outro lado, fez questão de agradecer em todas as oportunidades de fala, utilizou o tom de continuidade de trabalho e mencionou projetos implantados por ele para tratar dos temas abordados e questionamentos levantados pelos concorrentes. O candidato à reeleição aproveitou o tempo de resposta e fez campanha para os componentes da sua chapa majoritária, os candidatos ao Senado Angelo Coronel (PSD) e Jaques Wagner (PT).

 

Marcos Mendes (PSOL), além de críticas ao governo da Bahia, também atacou o presidente da República Michel Temer e o grupo político de Zé Ronaldo, que ele chamou de golpista. Assim como o candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), quando o mesmo foi citado pelo candidato João Henrique (PRTB).

 

A candidata Célia Sacramento (Rede) adotou um tom mais pacífico e atacou pouco seus adversários. Ela aproveitou as oportunidades que teve para apresentar propostas e defender ideias, além de defender a candidatura à Presidência de Marina Silva (Rede).