Sindicombustíveis quer que distribuidoras absorvam parte do prejuízo com greve
Por Ailma Teixeira
Após oito dias da greve dos caminhoneiros, o Sindicato do Comércio de Combustíveis, Energias Alternativas e Lojas de Conveniências do Estado da Bahia (Sindicombustíveis) diz que a avaliação é "horrível". Embora não tenha divulgado a média desse prejuízo, o presidente da entidade, Walter Tannus, pontua que há cerca de 30% do mês com o funcionamento prejudicado. "As despesas continuam batendo na porta, os funcionários estão lá, os encargos, os impostos, então esse será um problema grave a ser enfrentado pela revenda", destaca em coletiva de imprensa, realizada na manhã desta segunda-feira (28). Tannus afirmou que, em um segundo momento, o sindicato vai pedir que as distribuidoras “absorvam parte desses prejuízos”. Em reunião com a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), Polícia Militar, Coelba, Embasa e outros órgãos, as entidades acordaram que, em Salvador, o posto Escola vai continuar a atender apenas os serviços essenciais e outras seis cidades do interior do Estado – Juazeiro, Jequié, Luís Eduardo Magalhães, Barreiras, Feira de Santana e Teixeira de Freitas – vão servir de base para abastecer esses mesmos serviços essenciais nas suas regiões (saiba mais aqui e aqui).
