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Prisco nega existência de ação penal contra ele

Prisco nega existência de ação penal contra ele
Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias

O deputado estadual Marcos Prisco (PSC) negou que ele se tornou réu pelo crime de falsidade ideológica no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) (veja aqui). “Ao contrário do quanto noticiado pela imprensa local, o Tribunal de Justiça, até o presente momento, rechaçou todos os pedidos realizados pelo Ministério Público, a exemplo de quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico, bem como busca e apreensão no gabinete do Deputado Soldado Prisco e em sua residência”, declarou. Em decisão monocrática, o desembargador Júlio Travessa determinou a remessa dos autos para 1ª instância, pois os atos praticados não foram cometidos durante o mandato. Segundo a denúncia, Prisco, junto com dois denunciados - Fábio da Silva Brito e Paulo Henrique Pereira de Souza - inseriu informações falsas em Atas da Assembleia Geral da Associação de Policiais Militares, Bombeiros e Familiares do Estado da Bahia (Aspra), na condição de diretor e ex-coordenador-geral da associação. A advogada do parlamentar, Marcelle Maron afirma que a denúncia sequer foi recebida pelo Judiciário baiano que “se atentou para o fato do Ministério Público ter agido sorrateiramente, buscando o Plantão Judiciário, na tentativa de burlar o Princípio do Juiz Natural e obter provimento judicial que já havia sido negado na primeira instância perante o Juízo especializado em acusações semelhantes”. O deputado soldado Prisco lembra afirma que o caso se baseia em denuncismo barato, praticado por opositores políticos de longas datas, onde este grupo consignou dúzias de acusações junto ao Ministério Público, entretanto, sem nada provar. “Estão fazendo todo esse estardalhaço, em ano político, numa tentativa desesperada de desgastar a imagem do parlamentar”, disparou Fábio Brito, Coordenador Geral da entidade a época dos fatos.