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Tatuadoras explicam como se tornaram referência com estúdio só com mulheres

Por Clara Gibson

Tatuadoras explicam como se tornaram referência com estúdio só com mulheres
Foto: Clara Gibson / Bahia Notícias

Quando Nely Oliveira decidiu ser tatuadora, há 13 anos, pensou que naquele meio não ia encontrar o machismo da mesma forma que encontra na sociedade. Afinal, é um mercado mais moderno, mais “pra frente”, claro que não ia ter nada disso, certo? Errado. O cenário com o qual ela se deparou não foi muito diferente do que se vê no mercado nacional ou mundial, do ponto de vista feminino. “Antigamente, mulher em estúdio de tatuagem ou era secretária ou era mulher do tatuador. Até você conseguir mudar isso demorou um tempo”, comenta Gabriela Drouguett, que tatua profissionalmente há 12 anos. “É muito difícil para alguns homens reconhecer que algumas mulheres passaram deles e que estão no mesmo nível que eles. É árduo. Mais difícil do que ser um cara que começou há pouco tempo, porque os homens já olham no mesmo nível. Mulher não, você tem que se provar muito para te olharem da mesma forma”, pontua Gabriela. Ao lado de outras três mulheres, as duas participaram da criação do C’ink Tattoo, com o objetivo de “criar um ambiente profissional, mas também acolhedor”. Clique aqui e leia a matéria completa na coluna BN Mulher!