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Cunha tem pedido de gratuidade judicial negado; juíza determina penhora de bens

Cunha tem pedido de gratuidade judicial negado; juíza determina penhora de bens
Foto: Laycer Tomaz/ Câmara dos Deputados

O ex-deputado Eduardo Cunha teve pedido de gratuidade da Justiça negado pela magistrada Maria Cecília Pinto Gonçalves, da 52ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). De acordo com a Agência Brasil, a juíza determinou que sejam penhorados os bens “supérfluos, suntuosos e em duplicidade” da residência do ex-deputado. O objetivo é pagar o valor de R$8,4 mil que Cunha deve no TJ-RJ após perder ação contra a Infoglobo, empresa do Grupo Globo, por conta da publicação de um texto do jornalista Arnaldo Jabor que o chamava de “coisa ruim”. O ex-deputado alegou que não poderia pagar os custos judiciais por estar presos e com recursos bloqueados. Maria Cecília optou pela medida definida “penhora portas a dentro” para assegurar o pagamento.