Sábado, 10 de Fevereiro de 2018 - 22:45

Rui evita comentar sobre polêmica com TVE: 'Amanhã vocês perguntam para o prefeito'

por Luana Ribeiro / Rebeca Menezes

Rui evita comentar sobre polêmica com TVE: 'Amanhã vocês perguntam para o prefeito'
Foto: Gilmar Castro /Ag. Haack / Bahia Notícias

O governador Rui Costa evitou comentar, neste sábado (10), sobre a polêmica em torno da solicitação de retirada de uma grua da TVE do circuito Dodô (Barra-Ondina) neste Carnaval (entenda aqui). A prefeitura chegou a emitir uma nota nesta noite, afirmando que a emissora ‘insiste em colocar em risco segurança dos foliões’ (veja aqui). Rui, que participa da saída do Ilê Aiyê, se recusou a comentar o que acha da decisão da prefeitura, e se limitou a desejar "que a imprensa possa trabalhar livre". "O trabalho de todas as TVs é importante, para divulgar a Bahia, trazer turistas, gerar emprego para o nosso povo. E é preciso estimular que o mundo inteiro conheça a Bahia, conheça nosso Carnaval. Só ontem a TVE alcançou 3 milhões de pessoas acompanhando, não só pela TV mas também pela internet. E eu espero que a imprensa possa cobrir e divulgar ainda mais o nosso povo, a nossa cultura, para que ano que vem tenhamos mais turistas, mais emprego para a população", avaliou. Mais tarde, ao ser novamente questionado, Rui completou: "Eu quero falar de coisa positiva, de coisa boa. Amanhã vocês vão ter oportunidade de estar com o prefeito, vocês perguntam". Rui ainda voltou a comentar sobre a necessidade de uma nova forma de financiamento para as atrações pipoca no Carnaval de Salvador, apesar de negar que a festa esteja "em decadência". "Decadência não é a palavra em hipótese nenhuma, até porque as ruas estão lotadas, os hotéis da Bahia inteira, não só da capital, mas de Porto Seguro, de outras regiões, estão lotados. Então a Bahia continua com muita força na imagem, na alegria do Carnaval. Agora acho que vive uma transformação. Estamos migrando de uma maioria de trios patrocinados com cordas para um misto de Carnaval com cordas e sem cordas, e que ganha força e claramente parece a preferência da população. E nós precisamos conversar ao longo do ano, o mais cedo possível, como financiar um número maior de entidades, de artistas, de atrações sem cordas. Porque evidentemente o poder público tem um limite orçamentário". 

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