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Ricardo Chaves critica ‘vilanização’ das cordas e diz que Furdunço é 'filho que cresceu'

Por Renata Farias / Francis Juliano

Ricardo Chaves critica ‘vilanização’ das cordas e diz que Furdunço é 'filho que cresceu'
Elias Dantas /Ag. Haack

Um dos membros do Alavontê, que sai no Furdunço nesta quinta-feira (8) na Barra, o cantor Ricardo Chaves criticou o que chamou de “vilanização’ das cordas no Carnaval. Segundo ele, o formato dos blocos de corda gerou os principais nomes do Axé Music. “Se a gente for analisar os últimos dez anos, a corda foi vilanizada. Eu sempre fui contra isso. Eu acho que a corda foi fundamental para o surgimento de vários artistas, inclusive eu. Todo mundo que está em cima do trio e que comandou o Axé Music surgiu graças aos blocos de corda”, avaliou em entrevista ao Bahia Notícias. Segundo Ricardo Chaves, a diminuição dos blocos de corda também impacta no financiamento das atrações que, segundo ele, faz com que os artistas fiquem na dependência do governo do Estado e da prefeitura de Salvador. “Quando você tira as cordas, tira quem financia os blocos, que são os foliões”, argumenta. Em relação ao sucesso do Furdunço, Ricardo Chaves afirma que se sente realizado com o crescimento da ideia. “Nosso filho cresceu e está andando com as próprias pernas. Eu estava brincando com Andrezão [Simões, produtor e radialista] que acho que a gente precisa fazer outra coisa para mexer no Carnaval no ano que vem”, completa o vocalista.