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Davi Gallo compara caso Kátia Vargas a atentado terrorista na França: ‘Não foi acidente’

Por Cláudia Cardozo / Bruno Luiz

Davi Gallo compara caso Kátia Vargas a atentado terrorista na França: ‘Não foi acidente’
Promotor faz parte da acusação contra médica | Foto: Cláudia Cardozo/ BN

O promotor de Justiça Davi Gallo, responsável pela acusação da médica oftalmologista Kátia Vargas, comparou o caso dela, acusada de jogar o carro contra a moto dos irmãos Emanuel e Emanuelle Dias e provocar o acidente que vitimou os dois, com os recentes atentados terroristas no Sul da França e em Nova York. Neles, extremistas atropelaram e mataram várias pessoas com um caminhão e um carro, respectivamente. “Aquele caminhão atropelando pessoas é um acidente? Aquele carro atropelando pessoas é um acidente? Não, é um homicídio. Ao invés de usar uma faca, um porrete, ela usou um carro, um instrumento extremamente eficaz”, acusou o promotor, em entrevista ao Bahia Notícias. Ainda segundo Gallo, as provas estão apontando que, na verdade, a médica provocou a colisão de forma intenacional. “As provas vão convergindo nesse sentido. O que houve foi um duplo homicídio. O que nos chamou atenção é de que, depois de quatro anos, todas as testemunhas disseram o que falaram há quatro anos. O julgamento se encaminha para uma condenação”,avaliou. O promotor ainda chamou de “deselegante” o depoimento do polêmico depoimento do perito Almeri Espíndola (veja aqui), que questionou as conclusões da perícia feita pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT). O laudo apontou que a médica perseguiu os irmãos em alta velocidade após uma briga de trânsito, causando o acidente que matou os dois.  “O perito foi altamente contraditório. Não é segredo para mim e nem para ninguém. Ele foi muito infeliz nas declarações, sobretudo em se tratando de um Departamento de Polícia Técnica como o nosso. Foi muito chato e deselegante ele desqualificar o laudo dos colegas dele”, criticou. (Atualizada às 21h02).