Ministério de Guiné-Bissau nega que estelionatário brasileiro seja cônsul do país
O Ministério de Negócios Estrangeiros, Cooperação Internacional e das Comunidades de Guiné-Bissau se pronunciou nesta terça-feira (29) sobre o caso do brasileiro Celso Éder Gonzaga de Araújo, que se apresentava como cônsul honorário da República de Guiné-Bissau em Campo Grande e aplicava golpes nos quais as vítimas investiam em cotas mínimas de R$ 1 mil e receberiam R$ 1 milhão em troca (clique aqui). Celso Éder conseguiu fazer 25 mil vítimas em todo o Brasil e foi preso na última semana pela Polícia Federal durante a operação Ouro de Ofir. “Vale, no entanto, ressaltar que, a figura destacada esteve em Guiné-Bissau, onde manifestou – tão somente – a possibilidade de investir num projeto ambicioso de construção de um Hospital de Referência. Não há, no Ministério de Negócios Estrangeiros, Cooperação Internacional e das Comunidades, nenhum assunto corrente ou candidatura de Cônsul Honorário em nome de Celso Eder Gonzaga de Araújo”, afirmou a pasta em nota. No comunicado as autoridades guineenses acrescentaram que o único brasileiro nomeado como diplomata , conselheiro especial do ministro e cônsul honorário da Guiné-Bissau no estado da Bahia é Adailton Maturino dos Santos.
