Sefaz responde críticas e diz que IPTU cumpre papel ‘auxiliar’ na atração de indústrias
O secretário municipal da Fazenda (Sefaz), Paulo Souto, respondeu nesta terça-feira (17) as críticas feitas pela Federação Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) ao IPTU de Salvador. De acordo com o titular da pasta da prefeitura, o imposto cumpre apenas um papel "auxiliar" na atração de indústrias para a capital baiana. Em nota, ele aponta que o ICMS chega a representar mais de um quarto do preço final do produto industrial, enquanto tributos federais como IPI, IR e PIS/Cofins podem ser tão ou mais significativo que o do ICMS. "Disto resulta um papel eminentemente auxiliar para o IPTU no contexto da atração de novas indústrias, ainda que seja sempre muito grande o interesse de Salvador como, de resto, de qualquer município, em sua instalação nos limites do seu respectivo território", aponta o comunicado. Paulo Souto relata ainda que alíquota máxima do IPTU para imóvel de utilização industrial em Salvador é de 1,5% sobre o valor venal, enquanto a de Camaçari é 1,8%. "Jamais faltará a Salvador disposição para utilizar os instrumentos de que dispõe, inclusive o IPTU, para estimular e viabilizar o aproveitamento e a potencialização de suas vocações industriais", assegurou.
