Após redução na segurança, Prates avalia que Câmara ainda não teve 'grande teste'
Por Guilherme Ferreira
A Câmara Municipal teve sua segurança reduzida há cerca de uma semana, quando perdeu 10 de seus 16 policiais militares. O presidente da Casa, vereador Leo Prates, avalia que nesse período os casos de violência aumentaram no entorno do prédio do Legislativo. No entanto, ele acredita que ainda não houve um "grande teste" para medir o impacto da medida. "No entorno da Câmara a segurança piorou, mas gente ainda não teve um grande teste, como a votação de um projeto polêmico, com manifestação", disse Prates em entrevista ao Bahia Notícias nesta sexta-feira (25). Segundo Prates, a redução do efetivo policial na Casa aconteceu por interferência do governo do estado. O Legislativo decidiu manter as suas atividades na última sexta (18) depois de conseguir apoio da Guarda Municipal, que cedeu provisoriamente 15 oficiais para fazer a segurança patrimonial (veja mais). Nesta segunda (21), Prates entrou com um mandado de segurança no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) pedindo a suspensão do ato que retirou os militares da Câmara (veja mais). No entanto, ele aponta que ainda não há uma definição do Judiciário sobre a questão. "Estamos esperando uma resposta", disse.
