Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

SJDHDS contrata duas psicólogas e oito estagiários para Projeto Viver

Por Ailma Teixeira / Luana Ribeiro

SJDHDS contrata duas psicólogas e oito estagiários para Projeto Viver
Foto: André Carvalho/ Ag. Haack/ Bahia Notícias

O secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), Carlos Martins, sinalizou neste domingo (2), na concentração do cortejo da festa de Independência da Bahia, que o Projeto Viver, cuja operação foi suspensa no último dia 25 de maio (entenda o caso), deve voltar “aos poucos” ao seu funcionamento normal – no momento, o serviço faz o atendimento preliminar e encaminha as vítimas de violência sexual para outros pontos de atendimento. “Na semana passada nomeei duas psicólogas que vão fazer o atendimento normal do Viver. Estamos recebendo oito estagiários do programa Primeiro Emprego, que também vão fortalecer esse atendimento. E por outro lado a secretaria de Saúde já atende no Hospital da Mulher e vai ampliar com um aditivo para permitir que inclusive que crianças sejam atendidas lá, de forma que a gente vai retornando aos poucos o funcionamento”, explicou, sem dar, porém, prazo para o retorno completo das atividades. O aditivo contratual refere-se ao Hospital da Mulher, que tem feito parte dos atendimentos. “Já existe uma ala especial lá para atendimento. O aditivo é só porque, atualmente, só atende de 12 anos em diante, então o aditivo é para botar também crianças e adolescentes”, explica. Questionado sobre o caráter político da festa, Martins avalia que a atual crise política não deve representar uma redução na frequência da festa cívica. “O 2 de julho transcende qualquer período de crise porque representa um marco histórico do nosso estado e é uma festa com grande apoio popular. Então independente do momento que nós vivemos, a população vem para reforçar as tradições, então esse ano não será diferente”, disse, apontando também a Independência como um momento para “extravasar opiniões”. “E acho também que a prefeitura tomou uma decisão, ao meu ver, equivocada de proibir faixas e dizeres nas faixas nas casas. Isso também acirra a discussão porque as pessoas agora se sentem ultrajadas e aí tem movimentação politica”, criticou.