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PMs são condenados por corromper duas testemunhas do caso Amarildo

PMs são condenados por corromper duas testemunhas do caso Amarildo
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

Acusados de corromper duas testemunhas do caso do desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, ocorrido em julho de 2013, o ex-comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, major Edson Raimundo dos Santos, e o soldado Newland de Oliveira e Silva Junior foram condenados nesta quinta-feira (22) pela Justiça do Rio de Janeiro. Segundo informações da Agência Brasil, a denúncia do Ministério Público cita que os réus ofereceram dinheiro para uma mulher e um homem para que eles culpassem a criminosos da comunidade pela morte de Amarildo. A mulher teria recebido R$ 850 e o homem, R$ 500. A sentença da juíza Ana Paula Monte Figueiredo, da Auditoria Militar, determina pena de dois anos de prisão em regime aberto. Os outros dois réus no processo, o tenente Luiz Felipe Medeiros e o soldado Bruno Medeiros Athanasio, foram absolvidos. Os quatro réus já tinham sido condenados em fevereiro do ano passado, pela tortura e ocultação do cadáver de Amarildo, junto com outros nove acusados.