Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Casarão de Azulejos: Desapropriação está em fase de conclusão; escoramento é licitado

Por Fernando Duarte / Luana Ribeiro

Casarão de Azulejos: Desapropriação está em fase de conclusão; escoramento é licitado
Foto: Luana Ribeiro / Bahia Notícias

Após ser alvo de furtos de peças (clique aqui e aqui) e de um desabamento parcial (entenda), o Casarão de Azulejos, situado na Praça Cayru, no Comércio, deve finalmente ser desapropriado. De acordo com o prefeito ACM Neto, o processo de desapropriação, que foi iniciado em março do ano passado, está em fase de conclusão. “Houve já uma decisão judicial nos autorizando a fazer o depósito; o depósito está sendo feito essa semana”, informou o prefeito, em entrevista ao Bahia Notícias. Segundo Neto, a prefeitura também já deu andamento ao escoramento do imóvel. “Nós já fizemos a licitação do escoramento do imóvel; o investimento, só para escorar, é da ordem de R$ 1 milhão. Eu darei a ordem de serviço em poucos dias. Nós vamos fazer a recuperação, inicialmente, do casarão, e depois a ideia da prefeitura é implantar ali o Museu da Música Brasileira”, detalha. O imóvel ao lado, um casarão branco que também sofreu desabamento parcial neste ano, também faz parte da área a ser desapropriada e também já é objeto de planos por parte da gestão municipal: no local será implantado o Museu de História da Cidade, com a transferência do Arquivo Público Municipal (leia aqui e aqui). Neto destaca que o arquivo é “o mais antigo arquivo de toda a América”.  “Hoje pouco valorizado pelo cidadão, mas a gente espera que, com a visibilidade que ele vá ter, seja também um elemento de educação para a população de Salvador, e de interesse de visitação turística para pessoas no mundo inteiro”, afirma. De acordo com o prefeito, os dois museus já tem fontes de recursos definidas. “Os recursos para a implantação do Museu de História da Cidade estão alocados no financiamento que nós estamos contratando. Portanto, são recursos que estão já previstos. E os recursos de recuperação do imóvel do Museu da Música [Brasileira], ou seja, o dos azulejos azuis, a priori serão recursos próprios do Município”, explica.