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Mulheres baianas lutam na Justiça por direito dos filhos; mediação é o melhor caminho

Mulheres baianas lutam na Justiça por direito dos filhos; mediação é o melhor caminho
Foto: Buenas Imagens

Maria* viveu 16 anos com o pai de seus dois filhos. Após o longo período juntos, decidiu se separar. O então companheiro maravilhoso, pai presente e zelador, se transformou em uma figura desconhecida e omissa, que deixou de ajudar com o sustento dos filhos. Paula* teve um relacionamento rápido com o pai de sua filha. Durante a gravidez, ele dizia que queria muito ser pai e que, quando a menina nascesse, seria um pai presente. A menina nasceu, e, já com um ano e meio, só recebeu a visita do pai quatro vezes, e recebeu apenas cinco meses de pensão alimentícia. Meg* teve duas filhas com seu ex-marido. Desde o casamento, já vivenciava situações difíceis. Ao se separar, viu o pai das meninas sendo negligente, deixando de ajudar financeiramente com o sustento das duas pequenas. As histórias das três mulheres são parecidas com de tantas outras, e acontecem com muita frequência ao nosso redor. Você leitor, deve conhecer casos parecidos. Mas neste dia das mães, o Bahia Notícias vai contar histórias de mulheres que lutam na Justiça para garantir o direito dos filhos. Cada uma das 14 varas de família de Salvador tem, em média, quatro mil processos, totalizando quase 164 mil casos. Boa parte deles, são por pensões alimentícias. Confira a matéria na íntegra na coluna Justiça