Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Márcia Short exalta participação no Pelô, mas reclama de falta de trios para cantar

Por Nereida Albernaz / Edimário Duplat

Márcia Short exalta participação no Pelô, mas reclama de falta de trios para cantar
Foto: Divulgação

Uma das atrações do Carnaval de Salvador no Circuito Batatinha (Pelourinho) deste sábado (25), a cantora Márcia Short demonstrou felicidade em se apresentar no Centro Histórico, local onde fará uma apresentação pelo Projeto Acordes Percussivos, que ainda conta com Aloísio Menezes, Hugo Sanbone e Orquestra de Pagode. Entretanto, a artista aproveitou o momento para reclamar que não tocará em cima de um trio, por conta do pequeno número de veículos disponibilizados pela Prefeitura de Salvador. “A informação que tive é que não tinha trios mais, então vamos fazer esse projeto, que é da Secretaria de Cultura. Eu, Aloisio Menezes, Hugo Sanbone e Orquestra de Pagode, que tocará outras coisas além de pagode. Daqui sigo pela Boca do Rio para fazer pela Prefeitura. Amanhã  (Domingo, 26) faço Plataforma e na segunda (27) volto pra cá, na Praça Quincas Berro D’Agua. É uma alegria grande participar, colaborar, fazer um exercício do nosso dom no Carnaval. O ideal seria ter uma maior quantidade de trio, para que pudéssemos ter a visibilidade que a festa propõe. Mas estou feliz por participar desse palco, onde o publico comparece, agita e acompanha. Estou muito feliz em fazer parte disso”, afirmou Márcia, que fala sobre a importância do incentivo a pipoca e o uso do trio como instrumento de cultura para o carnaval soteropolitano. “Há uma carência do publico de estar perto dessas estrelas todas. A Prefeitura e o Governo viabilizarem isso é genial, pois leva o cantor onde o publico está. Só acho que isso deve ser ampliado para artistas locais, a exemplo de mim que gostaria de estar em um trio”, completou.