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‘Cada um faz a versão que interessa’, minimiza Wagner sobre ‘vitória’ da oposição na AL-BA

Por Luana Ribeiro / Fernando Duarte

‘Cada um faz a versão que interessa’, minimiza Wagner sobre ‘vitória’ da oposição na AL-BA
Foto: Luana Ribeiro/ Bahia Notícias
O ex-governador Jaques Wagner minimizou, nesta quinta-feira (2), o empenho da oposição na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) para eleger Ângelo Coronel (PSD) presidente da Casa. Na avaliação do secretário de Desenvolvimento Econômico, “cada um faz a versão que lhe interessa”. Os partidos que compõem a minoria arvoraram para si a responsabilidade por imprimir uma derrota iminente ao agora ex-presidente Marcelo Nilo (PSL), que sugeria ter simpatia do governador Rui Costa (PT) e era apoiado pelo PT. “Todo fato político sempre tem várias versões. A Mesa continua representando a maioria do governo na Assembleia. São seis da base e três da oposição. O presidente eleito é de um partido da base, importante. Eu pessoalmente acho que foi uma questão interna. O governador, na minha opinião, conduziu corretamente, tinha mais de um da base e ele deixou a base trabalhar”, sugeriu Wagner. “O que interessava à oposição era criar mais ruído possível, o que posso garantir que não aconteceu, pois a base está completamente unida”, completou. “Se acham que queriam imprimir uma derrota, deveriam ter coragem como nós lá [Câmara dos Deputados] como minoria de lançar um candidato mesmo sabendo que só temos 100 de 513”, provocou o ex-governador.