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PM usa arma de eletrochoque em homem que carregava criança

PM usa arma de eletrochoque em homem que carregava criança
Foto: Reprodução / YouTube
Um policial militar deu um choque com um taser em um homem que carregava uma criança no colo no último domingo (22) em Pomerade (SC). O caso chamou a atenção após um vídeo publicado pela família do homem ter sido postado nas redes sociais. Em nota, a Polícia Militar afirma que a criança, que tem 3 anos, não levou nenhum choque e que usou a "ferramenta adequada naquela circunstância". Os agentes foram chamados até o local pela mãe da criança, que denunciou o ex-marido por ter invadido sua casa e levado o filho à força. Ele teria tirado a criança de casa por volta das 16h e só retornado ao local quando já era meia-noite. A polícia já estava no local e, segundo os policiais, ele apresentava "odor etílico" e estava dirigindo. No vídeo, o homem diz que não estava dirigindo e pede para os policiais não assustarem a criança. A Polícia Civil abriu um inquérito para apurar a denúncia de violência doméstica feita pela ex-esposa. O homem, por sua vez, assinou um termo circunstanciado por desobediência e resistência à prisão. A polícia também divulgou uma nota sobre a ocorrência e o vídeo divulgado pela família. “No momento em que a guarnição policial chega no local e tenta contato com a solicitante (tocando a campainha onde ninguém atendeu), o ex-marido chega dirigindo o veículo dizendo que queria devolver a criança que tinha pego anteriormente”, relata a PM. “O ex-marido se mostrou bastante irritado querendo saber o que a polícia fazia no local e quem que havia chamado, querendo sair com seu veículo a todo instante, oportunidade que logo se constatou o odor etílico sendo exalado pelo ex-marido, além de outros sinais de embriaguez. Observa-se que os policiais foram PACIENTES, CLAROS e LEGÍTIMOS em suas DETERMINAÇÕES, inclusive quanto à ordem para soltar a criança. Houve desobediência e resistência por parte do autor (em vários momentos da ocorrência), que infelizmente se utilizava de uma criança (seu próprio filho) como ESCUDO para não acatar as determinações dos policiais e para se livrar das responsabilidades dos atos que até então cometeu”, completa a nota. A corporação também argumenta que havia preocupação constante com a integridade física e segurança da criança, que “foi priorizada”, “vez que foi imediatamente acudida e colocada em local seguro”. Veja abaixo o registro da ocorrência: