Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Sete pessoas ficam feridas em tumulto em cadeia de Manaus; 4 já haviam sido mortas

Sete pessoas ficam feridas em tumulto em cadeia de Manaus; 4 já haviam sido mortas
Foto: Adeison Severiano / G1
Sete pessoas ficaram feridas durante tumulto na Cadeia Pública Raimundo Vidal Pessoa, em Manaus (AM), na noite deste domingo (8). A confusão aconteceu horas depois de uma rebelião que deixou quatro presos mortos - três deles decapitados. A informação sobre o tumulto da noite foi passada pelo Serviço de Pronto Atendimento de Urgência (Samu) ao Fantástico, mas, de acordo com O Globo, o secretário de Administração Penitenciária, Pedro Florêncio, negou a confusão. "O que houve foi que tinham presos doentes e precisavam de remoção para hospital. E pedimos apoio da Ronda Ostensiva Com Apoio de Motocicletas) para entrar e retirar os presos", afirmou, em entrevista para o jornal A Crítica, do Amazonas. Os presos feridos foram levados para os hospitais João Lúcio e 28 de Agosto, e não têm ferimentos graves. A Cadeia Pública estava desativada desde outubro de 2016, mas foi reaberta na última semana para abrigar os presos transferidos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), também em Manaus, quando 56 internos foram mortos em um massacre entre o domingo (1º) e a segunda-feira (2). "Como a cadeia estava desativada eles acabaram encontrando esse objetos nos esconderijos que eles mesmos já usavam quando estavam aqui", acrescentou Florêncio. O secretário disse desconhecer o motivo e descartou a possibilidade de uma nova briga entre facções, já que "são todos iguais". O presidente do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Amazonas, Rocinaldo Silva, afirmou ao Globo que apenas dois agentes monitoravam a unidade, quando na verdade deveriam ser pelo menos dez. "Não tem gestão. Não tem assitência social. Não tem limpeza. Não tem nada. Ou seja, o local não tem capacidade de abrigar esses detentos", acrescentou.