Em balanço, Nilo diz que 2016 foi ‘ano mais difícil’, mas comemora produtividade
Por Fernando Duarte / Rebeca Menezes
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias
O presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Marcelo Nilo (PSL), classificou o ano de 2016 como “o mais difícil nos últimos 50 anos”, por causa das crises política e econômica que atingem o Brasil. Em almoço com jornalistas, realizado nesta segunda-feira (19) na AL-BA, Nilo fez um balanço de mais um ano de sua gestão e comemorou os resultados atingidos pelo órgão. Segundo ele, apesar das dificuldades, a Casa “cortou na própria carne” e não precisou de suplementação pela primeira vez nos últimos anos. Além disso, a AL-BA foi classificada como a terceira do país em transparência e a segunda em austeridade (veja aqui). Os deputados também conseguiram aumentar a produtividade. Neste ano, foram aprovados 33 projetos encaminhados pelo Executivo, três pelo Judiciário e 1.244 indicações, moções ou requerimentos apreciados pela Comissão Diretora. Segundo Nilo, também foi o ano em que mais se aprovou propostas de deputados: foram 209, somados projetos de lei (119), decretos do Legislativo (1), Emenda Constitucional (1) e resoluções (52). Ao todo, a AL-BA teve 125 sessões ordinárias, 20 extraordinárias, 65 especiais e 1 solene. “Tudo aquilo que nós projetamos ao longo dos anos nós concretizamos neste ano”, avaliou, ao frisar que não houve nada de “atípico” no âmbito administrativo.
