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Centro de Cultura da Câmara abre espaço para iniciativas independentes há quase 10 anos

Centro de Cultura da Câmara abre espaço para iniciativas independentes há quase 10 anos
Foto: Divulgação
O artista baiano Manuel Querino deixou uma grande obra para o estado e desde 2007 também dá nome ao Centro de Cultura da Câmara Municipal de Salvador (CMS). O espaço localizado abaixo do Palácio Thomé de Souza, que abriga a Prefeitura de Salvador, já recebeu apresentações musicais, exposições de artes plásticas e até mesmo oficina de libras ao longo dos seus quase 10 anos de existência. A realização de eventos no local, no entanto, não é restrita a ações da Câmara Municipal. Iniciativas independentes, voltadas para ações socioculturais e sem fins lucrativos também têm a chance se aproximar da população. A estrutura do Centro conta com a Biblioteca Vereador Manoel Querino, foyer para recepções e exposições, auditório com capacidade para 145 pessoas, além do Centro Digital de Cidadania (CDC). Este último equipamento surgiu em julho de 2009 faz parte de uma iniciativa de inclusão digital. O CDC firma parcerias com escolas públicas de Salvador e entidades ou instituições que prestam serviços sociais, permitindo livre acesso a tecnologias de informação e comunicação. Em meio aos projetos realizados no local, o Centro de Cultura tem a chance de estabelecer parcerias e facilitar o crescimento da cultura na cidade: em 2014 e 2015, a Escola de Música da Ufba realizou apresentações gratuitas no Centro de Cultura. Por meio dela, um núcleo do Neojiba ganhou a oportunidade de se apresentar no espaço da Câmara e também em uma escola pública que é parceira do Centro. Em suas parcerias, o espaço cultural dá prioridade à história e aos artistas da Bahia. A cada ano, três exposições fixas oferecem à população extenso conteúdo da cultura do estado. A mostra 2 de Julho Contemporâneo aproveita o mês da independência baiana para lembrar o episódio histórico. Dois meses depois, a Geminados reúne obras inspiradas na festa dos santos gêmeos Cosme e Damião elaboradas por integrantes da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (Ufba). Por fim, em dezembro é a vez da exposição Vermelhô, com telas criadas a partir da cor vermelha. Mais informações, acesse www.salvador.ba.leg.br.