PT E A TEORIA DO ETERNO RETORNO
Por (Daniel Pinto)
Depois da desdita com o PCdoB, o PT pode encarar mais uma eleição com um importante desfalque. O deputado Nelson Pelegrino não esquece que, em 2004, não foi ao segundo turno porque não teve apoio de Lídice da Mata (ver nota). Agora, como na teoria do eterno retorno de Friedrich Nietzsche, a história pode se repetir com Olívia Santana no “olho do furacão”. De acordo com o vice-presidente regional do PCdoB, deputado Daniel Almeida, o PT “não costuma reconhecer espaços dos aliados nem projetos que não são deles”. Nos meios políticos, o sentimento é de que o PT é uma estrela solitária fadada à megalomania (ver nota).