Falcão exalta história da Guig Ghetto e fala da preferência do público por músicas antigas
Por Bárbara Gomes
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias
Enquanto algumas bandas do pagode baiano entraram no modismo da ostentação, ou do apelo sexual, o grupo Guig Ghetto preferiu manter a sua linha musical, investindo nos arranjos e em letras simples. Para Falcão, vocalista da banda, essa foi uma decisão chave para permanecer no mercado. “A gente nunca saiu do nosso roteiro, não partimos pro lado de denegrir as pessoas, nem usamos letras pesadas. É uma linha muito sustentada, sem ter que seguir as modas que aparecem. Por isso temos quase 15 anos aí. Mas no mercado musical é assim, algumas coisas saturam, umas bandas acabam, outras surgem”, explicou. Clique aqui e leia a matéria completa na coluna Holofote!
