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Suspeito de matar namorada é preso; celular da vítima foi usado para falar com familiares

Suspeito de matar namorada é preso; celular da vítima foi usado para falar com familiares
Foto: Reprodução / WhatsApp
Apontado como responsável pela morte da namorada, a técnica de enfermagem Jeiza de Jesus Andrade, na última sexta-feira (26), Marco Aurélio da Conceição Machado, 24 anos, foi preso após se entregar à polícia nesta quinta-feira (1º). De acordo com informações do jornal Correio, a Polícia Civil informou na manhã desta sexta (2), durante a apresentação do suspeito, que a causa da morte foi asfixia e espancamento. Eles estavam juntos em uma festa de aniversário na rua onde moravam e saíram juntos após discutirem. “Eles sempre discutiam baixo. Marco disse 'eu vou aqui e volto' e eles foram pra casa dela. Cerca de meia hora depois, ele passou sozinho, parou na festa e tomou uma dose de uísque. Minutos depois foi pra casa, pegou o carro e passou em alta velocidade. Depois disso ele sumiu”, “Eles sempre discutiam baixo. Marco disse 'eu vou aqui e volto' e eles foram pra casa dela. Cerca de meia hora depois, ele passou sozinho, parou na festa e tomou uma dose de uísque. Minutos depois foi pra casa, pegou o carro e passou em alta velocidade. Depois disso ele sumiu”, relatou uma vizinha. Ainda de acordo com o Correio, uma familiar da jovem contradisse a versão: ele estava sozinho na festa, começou a falar com ela por telefone e saiu, afirmando que voltaria rápido. Ele chegou a retornar a festa, mas permaneceu pouco tempo no local.  Ao fugir, ele levou a certidão de nascimento e a identidade da namorada. Depois do homicídio, ele usou o celular de Jeiza para se comunicar com parentes. Uma familiar relata que uma tia de Jeiza a procurou pelo aplicativo WhatsApp, para chamar a sobrinha para participar da arrumação de uma festa de formatura na casa de uma das tias da vítima. Pela manhã, a jovem avisou por uma mensagem de áudio que iria. Já às 22h, uma mensagem enviada do celular dela informou que não iria à formatura porque estaria de plantão naquele final de semana e que precisaria ir ao salão para cuidar do cabelo. "Estive com ela no dia anterior e Jeiza já havia feito o cabelo. Além disso, ela não costumava mandar mensagens de texto. Nos falávamos mais por áudio" . Após diversas mensagens, a família ficou sabendo do assassinato, no domingo (28).