ERRAMOS: Preposto do Atakarejo foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos
Foto: Divulgação
Ao contrário do que foi divulgado por este veículo de imprensa, não houve prisão em qualquer loja do Atakarejo pelo Procon ou Decon, sobretudo envolvendo funcionário, diretor ou até mesmo do presidente do Atakarejo. A empresa desconhece a existência de mercadoria estragada em suas lojas, sendo que os produtos vistoriados estão próprios para o consumo e não foram analisados tecnicamente. O Atakarejo continua zelando e respeitando a saúde de seus clientes, como faz ao longo de sua história, e jamais comercializaria produtos que oferecesse danos a população. Por esta razão, se faz necessário corrigir a informação erroneamente indicada por este veículo de imprensa.
