Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Pellegrino: Bahiatursa é superdimensionada e hotéis fecharam por falta de investimento

Pellegrino: Bahiatursa é superdimensionada e hotéis fecharam por falta de investimento
Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
O deputado federal Nelson Pellegrino negou, em entrevista publicada nesta segunda-feira (1º) no jornal Tribuna da Bahia, que tenha restado mágoa após sua saída da Secretaria de Turismo do Estado. “Da minha parte, não, comuniquei ao governador que eu não seria empecilho para essa recomposição”, afirmou, em menção ao seu substituto, José Alves, indicado pelo PR, dentro do processo de alinhamento em torno da coligação para as eleições municipais deste ano. Pelegrino sinalizou, porém, que “fica uma pendência em relação ao espaço do PT no governo” Rui Costa. “É nesse sentido que penso que o partido deva, no momento adequado, conversar com o governador qual será a compensação do partido pela perda desse espaço”, pontuou. Em avaliação de sua atuação na Setur, Pellegrino destaca que o orçamento da pasta é pequeno e que há uma “distorção” na relação entre a secretaria e a Bahiatursa. “Eu já diria ao governador e ao novo secretário que eu acho que é preciso fazer uma nova reformulação da secretaria e a gente transforme a superintendência Bahiatursa em uma empresa mais enxuta, uma empresa apenas operacional, para dar diretrizes que têm que ser geradas na secretaria, e a Bahiatursa seria apenas uma empresa do baixo operacional”, explicou. O secretário ainda comentou a queda do turismo do estado e o fechamento de hotéis – neste último tópico, ele atribui o fenômeno a duas causas: um superdimensionamento da rede hoteleira, por ocasião da Copa do Mundo, e, em Salvador, a “degradação muito grande de sua infraestrutura”, fazendo menção direta à perda das barracas de praia. “Nossa capital tem uma dimensão cultural, gastronômica, histórica e arquitetônica muito forte, e isso vem sendo tratado tanto pelo governo do Estado quanto por parte da prefeitura... mas o fato é que hoje o turista faz muito turismo de praia e ele quer os chamados hotéis com pé na areia, que é aquele equipamento que tem toda a estrutura de um hotel, mas você passa do portão e está na praia. Só temos dois equipamentos desse em Salvador, que é o Stella Maris e o Catussaba”, argumenta. O parlamentar cita também a falta de investimentos dos hotéis em modernização. “O Pestana, por exemplo, não fechou por causa do centro de convenções. O Pestana tem centro de convenções próprio. O hotel fechou por falta de investimento. Houve uma degradação da sua estrutura. Progressivamente, pessoas que se hospedavam deixaram de se hospedar porque o hotel estava com uma estrutura muito ruim, muito degradada”.