‘Televisão dos adolescentes’, Snapchat abre portas para anônimos como Ju de Paulla
Por Júnior Moreira
Foto: Reprodução / Facebook Ju de Paulla
Se há 10 anos divulgassem que um aplicativo de celular seria febre, principalmente entre os jovens do Brasil, por permitir trocas de imagens e vídeos de até 10 segundos com a "garantia" de que o conteúdo não seria copiado e enviado para outras pessoas, pois se autodestruiriam em até 24 horas, muitos desconfiariam e diriam ser impossível. Porém, virou realidade. Em 2011, o americano Evan Spiegel criou o Snapchat, que em inglês quer dizer um bate-papo passageiro; algo que não deixa rastros online. Ou como ele definiu, uma “mídia efêmera”. Sendo assim, com a popularização e a possibilidade de ser um veículo de divulgação própria, várias celebridades brasileiras aderiram, como Ivete Sangalo, Anitta, Wesley Safadão, que exibem o passo-a-passo das suas intensas rotinas. Entretanto, assim como em todas as outras redes sociais, pessoas anônimas conseguiram romper a barreira dos ciclos de amizades e viraram subcelebridades ao conquistar um vasto público pela forma como se apropriam do aplicativo. Ju de Paulla é um exemplo. Clique aqui e leia a matéria completa na coluna Holofote!
