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Araújo explica adiamentos e considera realizar sessão do Conselho na quarta-feira

Por Guilherme Ferreira

Araújo explica adiamentos e considera realizar sessão do Conselho na quarta-feira
Foto: Luis Macedo/ Câmara dos Deputados
O presidente do Conselho de Ética da Câmara, José Carlos Araújo (PR-BA), respondeu as críticas do deputado João Carlos Bacelar (PR-BA) e disse que o adiamento da sessão do colegiado que avalia a cassação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) aconteceu pela falta de quórum e por conta do tempo necessário para que o relator Marcos Rogério (DEM-RO) leia o voto em separado apresentado nesta terça-feira (7). "Se apresentado voto em separado e o relator tiver que ler para acrescentar alguma coisa, a gente tem que dar tempo. Você acha que o relator podia ler numa sessão tumultuada daquelas 66 páginas para poder ver se ia incluir alguma coisa no relatório?", argumenta. O presidente do colegiado também alega que a Câmara ainda não ofereceu um de seus dois plenários com maior capacidade para a realização da sessão na próxima terça-feira (14). Com isso, ele já cogita adiar o encontro para quarta (15). "Se quarta puderem me dar o [plenário]  grande eu mudo de terça pra quarta porque é o dia que tem o plenário grande. Aí vão dizer que é manobra também?", explica o deputado, que aguarda uma resposta sobre o espaço até às 12h de segunda (13). Bacelar acusa Araújo de manobrar contra Cunha (veja mais). Para ele, o presidente do colegiado espera ter os votos suficientes para cassação antes votar a denúncia por quebra de decoro parlamentar. Segundo Araújo, era inviável para Rogério apresentar uma eventual mudança em seu parecer com apenas um dia para ler o voto em separado. "Ele não tinha tempo para estudar 66 páginas e acrescentar alguma coisa no relatório dele. Em menos de 24 horas não dava tempo. Quinta de tarde não tinha quórum. Tanto é verdade que marcaram sessão da CCJ pra quinta e não teve quórum é tradição da casa não dar quórum na quinta-feira", justifica.