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Temer nega interferência na Operação Lava Jato e critica 'herança' de Dilma

Por Luana Ribeiro

Temer nega interferência na Operação Lava Jato e critica 'herança' de Dilma
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil
O presidente interino Michel Temer empossou na manhã desta quarta-feira (1º) os novos dirigentes da Petrobras, Pedro Parente; Banco do Brasil, Paulo Cafarelli; do BNDES, Maria Sílvia Bastos Marques; da Caixa Econômica, o ex-ministro Gilberto Occhi; e do Ipea, Ernesto Lozardo. O peemedebista destacou que as nomeações reforçam “a ideia de uma equipe econômica com olhos voltados para o Brasil” e de que não há mais espaço para um “Estado inchado e ineficiente”. Temer também citou valores de transparência e legalidade, quando aproveitou para falar da Operação Lava Jato. “Ninguém vai interferir na chamada Lava Jato”, disse, citando que tem visto menções de que o objetivo de sua gestão seria parar as apurações. “Pela enésima vez, sem nenhum deboche, não há nenhuma possibilidade de interferência do Executivo nessa matéria”, completou. O vice da presidente afastada Dilma Rousseff ainda citou, de forma indireta, a “herança” da petista. “Não falarei de herança de espécie nenhuma. Até precisamos modificar esses hábitos no Brasil de que o passado é o culpado pelo presente”, afirmou, para seguir defendendo que os erros da gestão anterior têm sido atribuídos ao seu governo, incluindo os “11,5 milhões de desempregados”.