Romero Jucá se diz ‘tranquilo’ com quebra de sigilo fiscal e bancário pelo STF
Por Bruno Luiz
Foto: Geraldo Magela / Agência Senado
O ministro do Planejamento, Romero Jucá, se disse “tranquilo” quanto à decisão do Supremo Tribunal Federal de autorizar a quebra dos seus sigilos bancário e fiscal (leia aqui). Jucá afirmou que não tem “nenhuma relação com as questões colocadas” e defendeu que “em uma democracia, qualquer um pode ser investigado”. “Se não tivesse tranquilo, não assumiria a presidência do PMDB e ajudei a coordenar o afastamento da Presidência da República. Quando fiz isso, sabia dos ataques que ia receber. Acho que o MPF tem que investigar”, declarou em entrevista coletiva nesta sexta-feira (20) para anunciar a nova meta fiscal de 2016. O ministro destacou também que defende a Operação Lava Jato. “Defendo a Operação Lava Jato, porque mudou o paradigma da política. Ajudei na condução do Rodrigo Janot, porque acho que ele faz um bom trabalho. Ao sair de tudo isso, teremos um Brasil melhor”, afirmou.
