Bahia e Cingapura discutem investimentos em agronegócio no estado
Foto: Heckel Junior / Seagri
O chefe da embaixada de Cingapura, Siew Fei Chein, discutiu com o chefe de gabinete da Secretaria da Agricultura, Reub Celestino, para discutir possibilidades de investimentos no estado. Chein informou na reunião que há empresas com grande interesse em investir na Bahia, como ocorreu com a Olam, empresa de agronegócio que instalou unidades em Ilhéus e Barreiras para a produção de café e cacau. A empresa deseja ampliar a produção para a fabricação de pimenta do reino. “Esta parceria é uma grande oportunidade de intercâmbio tecnológico, e de fomentar, notadamente, a agroindustrialização no Estado. É preciso dialogar para reconhecer que tipo de investimento ou atividades que podem ser desenvolvidas. Temos interesse em iniciar um programa de ciências e tecnologias: na agricultura, direcionado ao aumento da produtividade, e na pecuária, voltado a melhoria genética”, afirma Reub Celestino. Nas culturas de café e do cacau, os produtores investem na melhoria da qualidade, especializando-se na produção de grãos selecionados e amêndoas diferenciadas para produção de chocolates finos. Outro alvo é a produção de grãos; a fruticultura e a citricultura. “Essas são algumas das culturas estratégicas, diante da grande diversidade de produtos agrícolas cultivados no Estado. Trata-se de uma oportunidade de avançar no mercado internacional, de agroindustrializar a produção, com fabricação de sucos de frutas por exemplo. Cingapura é um exemplo muito bem-sucedido de evolução e crescimento, ao qual o governo do Estado quer se aproximar mais”, ressaltou Celestino.
