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'O único lugar feliz do Brasil ontem era a Concha', diz diretor artístico do festival

Por Jamile Amine / Luana Ribeiro

'O único lugar feliz do Brasil ontem era a Concha', diz diretor artístico do festival
Foto: Divulgação
O diretor artístico do festival Sou a Concha, Elísio Lopes Jr., acredita que vários fatores tornaram a reinauguração da Concha Acústica do Teatro Castro Alves como “especial”. “Eu acho que a reinauguração da Concha já é um momento de emoção para nós, artistas daqui, pelo respeito que a  gente tem pelo Teatro Castro Alves, e por esse palco aqui, que é o palco da nossa música. Sendo no 13 de Maio [Dia da Abolição da Escravatura] trouxe uma carga a mais, e no momento em que a gente está vivendo, é um momento muito especial do pais. A gente teve a sensação de que o único lugar feliz do Brasil ontem era a Concha”, avalia.


Foto: Pedro Moraes / GOVBA
 
Entre os momentos mais emocionantes do primeiro dia, nesta sexta, além do show de Maria Bethânia e dos blocos afro, Elísio citou a interação com o público do espaço. “Desde a abertura, quando a gente passou ali a historia do TCA, você viu a plateia se manifestando, assim como hoje, se manifestando, aplaudindo, vaiando. Enfim, a historia do Brasil, a história da arte, e do palco da Concha, estão entrelaçadas desde a abertura”, afirma. Para o terceiro dia, com o show da reunião dos Novos Baianos, Elísio espera “manifestação verdadeira, artistas falando livremente”. “Acho que é isso que a gente está buscando nesse palco”, resumiu.