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Alice aposta em oposição 'nas ruas e parlamento'; Bacelar vê pedaladas nos estados

Por Luana Ribeiro

Alice aposta em oposição 'nas ruas e parlamento'; Bacelar vê pedaladas nos estados
Foto: Nilson Bastian / Câmara dos Deputados
Diante da aprovação da abertura do processo de impeachment, que viu como “resultado já esperado”, a deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA) afirmou na manhã desta quinta-feira (12), aposta, nos próximos dias, na continuidade de manifestações contrárias ao impeachment. “Com muita clareza, vamos continuar reagindo nas ruas e no parlamento. Eu sou graduada em ser oposição”, afirmou, acrescentando que a oposição ao governo interino de Michel Temer, será feita de forma responsável – “não faço opinião com o fígado, faço com opinião”. “Faremos sempre a oposição responsável, mas é muito difícil que o governo Temer tenha posições consonantes com o que eu penso e com o que o povo precisa”, acredita a deputada, citando a possível fusão entre o Ministério da Cultura e o da Educação – o último deve ficar a cargo do deputado federal Mendonça Filho (DEM-PE). “Solidarizo com os artistas e intelectuais que estão inconformados com o fechamento do ministério, uma grande conquista”, declarou.  Outro deputado que criticou a decisão foi João Carlos Bacelar (PTN-BA), que avalia a aprovação da abertura do processo como “grave precedente para a jovem democracia brasileira”. “Se pedalada fiscal for crime de responsabilidade, há seis estados governo que gastaram mais de 60% da receita corrente liquida com pessoal, isso é pedalada”, comparou, citando os estados de Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Goiás e Rio de Janeiro.  “Esse precedente fará com que as Casas Legislativas destituam seus governadores”, completa. O deputado afirma lamentar o resultado da votação, mas considera o momento como “página virada”. “Agora é retomar a normalidade do país e torcer para que o país volte a crescer e a vencer as dificuldades sociais. Lamento muito, chama atenção os casos desses estados, mas não sou daqueles do quanto melhor pior”, aponta. Para Bacelar, a “principal tarefa” do governo interino será angariar “ampla maioria no Congresso”. “O que será fácil nos primeiros 20 dias. Depois não sei, ainda é uma incógnita”, aposta, acrescentando que “a Câmara está sem rumo”.