CONTRATO SUSPEITO EM ITABUNA II
No parecer prévio sobre as contas do exercício de 2005, o conselheiro Paolo Marconi afirma que cheques sem fundo foram emitidos e pagamentos foram feitos sem que os credores assinassem os recibos pelos supostos serviços ao Hospital de Base de Itabuna. O conselheiro encontrou ainda notas fiscais rasuradas. De acordo com o relatório do conselheiro, em alguns casos o então presidente da Fundação de Atenção à Saúde, José Orleans Nascimento, não conseguiu comprovar despesas. Ele não apresentou provas (notas fiscais ou recibos assinados pelos credores) de que o dinheiro repassado pelo SUS teve o destino correto.