Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Desequilíbrio fiscal é reflexo de aposta de Dilma para evitar crise econômica no país, diz Rui

Por Rebeca Menezes / Estela Marques

Desequilíbrio fiscal é reflexo de aposta de Dilma para evitar crise econômica no país, diz Rui
Foto: Mateus Pereira/GOVBA
O governador Rui Costa (PT) iniciou seu discurso no ato de autorização do financiamento de obras de infraestrutura em seis municípios baianos, na tarde desta segunda-feira (11), na Governadoria, em defesa da presidente Dilma Rousseff (PT). O petista afirmou que o momento de crise pelo qual passam União, Estados e Municípios, motivado por um desequilíbrio fiscal, é decorrente de aposta da presidente para evitar que a crise internacional de 2009 chegasse ao Brasil. “A presidente fez aposta que, ao desonerar empresas e produtos, empresários iriam transferir a redução de custos nos preços – produtos mais baratos venderiam mais e compensaria a arrecadação com venda maior. Infelizmente, toda vez que se faz desoneração de carga tributária, pouco ou nada é transferido aos preços, e o que era tributo foi transferido para margem das empresas. Ao invés de redução, verificamos subida nos preços. Acompanhamos aumento de preço, diminuição de consumo e aumento no desemprego”, declarou Rui. Por conta disso, o governo perdeu a capacidade de financiar investimentos em áreas como infraestrutura, saúde e educação. Segundo Rui, o ato desta segunda é a solução para sair desse “círculo vicioso”. “Uma das formas de sair é liberar para agentes públicos que fizeram seu dever de casa, estão com contas em dias e perfil de endividamento equilibrado, créditos para gerar empregos em obras de infraestrutura”, sugeriu. “Vai ativar econômica da cidade, o comércio venderá para os trabalhadores e vamos fazendo movimento inverso ao da recessão e da crise”, acrescentou.