Vai ter Uber: a primeira corrida sem água, balinhas, mas com viagem mais barata
Por Alexandre Galvão
Foto: Rafael Ribeiro / Mercado Popular
O Uber existe e está entre nós. Nesta quinta-feira (7) voltei para casa de uma forma diferente. Deixei de lado o bom e velho (mesmo quando é do novo) buzu e fui de Uber. Admito, bateu o medo de estar entrando no carro do maníaco do parque made in Bahia ou de ser agredido por mil taxistas. Mas fui. Antes, claro, distribuí o número do motorista para os amigos: “se eu morrer, foi ele”. Deus é mais. Parado um pouco antes do lugar onde o GPS sinalizava, estava o administrador de empresas Adson França, de 38 anos, dentro do seu Gol Branco. De calça social e camisa de botão, ele me esperava. Demorou pouco mais de cinco minutos para chegar desde que solicitei a corrida. “Boa noite. Qual o destino, senhor?”, perguntou. Respondi que iríamos para a Ribeira. Respirei fundo e usei a minha vez de perguntar: “sou jornalista. Peguei essa corrida mais para poder fazer uma matéria. Podemos conversar?”.

Adson França, o motorista | Foto: Alexandre Galvão

Comprovante da corrida
