Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Ativista defende que decisão de Moro sobre escutas foi ‘afronta ao Estado de Direito’

Por Alexandre Galvão / Fernando Duarte

Ativista defende que decisão de Moro sobre escutas foi ‘afronta ao Estado de Direito’
Foto: Alexandre Galvão / Bahia Notícias
O ativista Walter Takemoto defendeu nesta sexta-feira (18) que a divulgação dos áudios das escutas telefônicas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo juiz Sérgio Moro “colocou em risco as instituições”. “O que nós vimos ocorrer no Paraná, com a decisão do Moro, um juiz de 1ª Instância, de divulgar para uma emissora de televisão grampos ilegais, que foram obtidos sem a devida autorização judicial que ele havia dado e retirado, representou uma afronta ao Estado de Direito e à Constituição”, defendeu Takemoto, durante manifestação de apoio ao governo Dilma Rousseff, no Campo Grande. Segundo o ativista – preso no último domingo (13) após participar de uma manifestação contra a Rede Globo (veja aqui) -, o ato desta sexta “tem como objetivo principal defender a democracia, o Estado de Direito e a liberdade”. “Nós sabemos onde é que terminam estas histórias em estados autoritários, que privam os direitos fundamentais do cidadão”, afirmou Takemoto, ao sugerir que a sociedade deve “impedir o retrocesso”. De acordo com o ativista, as mobilizações pró-impeachment de Dilma “tem um único objetivo: a cassação da presidente Dilma porque não se admite o resultado da eleição de 2014”. “Por esse motivo temos que protestar e evitar esse golpe”, conclamou, citando a comissão instalada na Câmara para analisar o processo de impeachment. “Na verdade, Eduardo Cunha é um cínico. Vários membros da comissão que foi formada para julgar o processo de impeachment da presidente Dilma têm processos contrários e alguns já condenados, como o Maluf. É um escárnio o que nós estamos vendo na sociedade brasileira”, completou.